Funcionário usava hotel em Várzea Grande para esconder carros roubados e drogas


A investigação da Operação Prospice II, deflagrada na manhã desta quarta-feira (2), revelou que o funcionário de um hotel em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, ajudava uma organização criminosa a armazenar drogas e esconder veículos roubados no local.

Funcionário usava hotel em Várzea Grande para esconder carros roubados e drogas. (Foto: PJC)

De acordo com a delegada Bruna Caroline Laet, da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), o investigado mantinha os ilícitos armazenados “até que fossem encaminhadas a outros estados da federação ou vendidas na região metropolitana”. Veja:

O hotel funcionava como uma base operacional, onde os criminosos utilizavam a estrutura  para guardar os carros furtados até a logística de transporte e distribuição. Além disso, drogas como cloridrato e pasta base de cocaína eram estocadas antes de seguirem para outros estados, como São Paulo.  .  

A Operação Prospice II cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade. A Polícia Civil segue investigando outros possíveis envolvidos no esquema. 

Cronologia das apreensões ligadas à operação

Julho de 2022: 126 kg de cocaína foram encontrados enterrados na zona rural de Curvelândia.
Agosto de 2022: 2 kg de cocaína foram apreendidos no Terminal Rodoviário de Cuiabá.
Fevereiro de 2024: 500 g de cocaína foram localizadas na casa da mãe de um dos investigados.

Um Fiat Toro, furtado no Rio de Janeiro, foi apreendido antes de ser trocado por drogas na fronteira.

O nome da Operação

O nome Prospice, que significa “olhe para frente” em latim, foi escolhido para a operação devido à primeira grande apreensão do grupo, quando entorpecentes foram localizados enterrados em uma área de mata.

A Operação Prospice II integra a estratégia da Polícia Civil de Mato Grosso dentro da Operação Inter Partes, que faz parte do programa Tolerância Zero do Governo do Estado no combate às facções criminosas.

As investigações seguem sob comando da Defron (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira) e da Draco (Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado).

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